5 FATOS ABSURDOS SOBRE O REINO ANIMAL QUE PARECEM MENTIRA, MAS NÃO SÃO

Quando o tema é reino animal, o que não falta por aí são dados completamente fascinantes sobre as mais variadas espécies que vivem em nosso planeta. Em todo o mundo, animais de todos os tipos desenvolveram adaptações evolutivas impressionantes ao longo de milhões de anos — sendo que algumas delas são completamente inacreditáveis.

Desde pequenos insetos, aranhas, peixes e outras criaturas minúsculas, até algumas das maiores criaturas do mundo, cada espécie desenvolveu histórias únicas. Pensando nisso, nós separamos uma lista com cinco fatos sobre o reino animal que parecem ser completamente inventados, mas que juramos serem verídicos. Olha só!

1. Olhos gigantes

Se não bastasse o fato dos avestruzes serem as maiores aves do mundo, eles também possuem alguns dos maiores olhos de todo o reino animal. Inclusive, eles são tão grandes a ponto de chegarem a ser maiores que seus cérebros. Cada olho mede, em média, 5 centímetros de diâmetro — quase o tamanho de uma bola de bilhar.

A razão pela qual os avestruzes possuem olhos tão grandes é porque a visão poderosa é um aspecto fundamental na sobrevivência da espécie. São através deles que essas aves conseguem claramente ver predadores de muito longe. Dessa forma, eles conseguem avisar aos seus pequenos cérebros que chegou a hora de fugir para sobreviver mais um dia.

2. Lentidão exagerada

As preguiças não possuem esse nome por coincidência. Esses animais demoram muito em praticamente todos os aspectos de suas vidas. Além de terem uma movimentação bem devagar, a digestão deles também é particularmente lenta. Enquanto as preguiças rastejam graciosamente pela floresta, o alimento digerido por elas faz um caminho semelhante por seu interior.

Em média, uma preguiça leva mais de duas semanas para digerir completamente cada refeição, algo que pode se prolongar por até 30 dias. Para métodos de comparação, um humano normalmente digere cada refeição em cerca de 12 a 24 horas. Toda essa demora permite que elas possam passar mais tempo na copa das árvores e menos tempo expostas no chão das florestas fazendo suas necessidades.

3. Impossibilidade de pular

Os elefantes são criaturas tão pesadas que eles simplesmente não conseguem pular. Ou seja, esses animais não conseguem levantar todas as suas quatro patas do chão ao mesmo tempo — até mesmo quando estão em disparada. No entanto, muitas pessoas afirmam que eles são os únicos mamíferos incapacitados para isso, o que não é verdade.

Rinocerontes, hipopótamos, preguiças e diversas outras criaturas também não conseguem saltar. A diferença, no entanto, é que tanto os rinocerontes quanto os hipopótamos podem tirar as quatro patas do chão quando correm em alta velocidade, ao contrário dos elefantes.

4. Cochilo prolongado

Para os seres humanos, dormir é um processo importantíssimo para garantir a saúde mental e física. E como funciona o sono para os caracóis? Esses pequenos moluscos precisam de umidade para prosperar e sobreviver. Por isso, frequentemente podem ser vistos de manhã cedo em muitos ambientes, quando o orvalho está na grama e nas plantas.

Quando o clima não coopera com essa necessidade de umidade, no entanto, os caracóis sabem intuitivamente quando é hora de dormir. Nessas condições adversas, esses animais podem ativar dois modos diferentes de hibernação. Em um desses cenários, um caracol pode hibernar por até três anos consecutivos até que tudo esteja de acordo ao seu redor.

5. Xixi para todo lado

De acordo com algumas pesquisas, cerca de 3% do gelo da Antártida é supostamente composto de xixi de pinguim congelado. Como as geleiras estão em um local muito frio na Terra, a temperatura é tão baixa que a urina não consegue evaporar como aconteceria em um clima normal. Sendo assim, o xixi congela como parte do gelo e, com o tempo, todo o continente se transforma em um bloco de urina.

Porém, não é bem assim que as coisas funcionam. Os pinguins não fazem xixi da mesma forma que conhecemos em outros animais, principalmente porque eles não têm uretra nem bexiga. Em vez disso, eles convertem seus resíduos em ácido úrico, que é secretado juntamente com o cocô. Portanto, 3% do gelo na Antártida, na realidade, é feito dos mais variados tipos de excremento.