Viúva da Mega-Sena condenada por matar o marido milionário, tenta impedir herdeira de receber R$ 43 milhões

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Adriana Almeida foi condenada por assassinato do companheiro, Renê Sena, que ganhou na Mega-Sena. Ela tenta provar que herdeira não é filha

Adriana teve um relacionamento amoroso com Renê Sena, ganhador da Mega-Sena (que ela mandou matar em 2007, segundo a Justiça). A vítima deixou fortuna estimada atualmente em R$ 87,2 milhões. Eles começaram a namorar depois que Renê ganhou R$ 52 milhões na Mega-Sena, em julho de 2005, e passaram a morar juntos no Réveillon daquele ano, mas a Justiça não considerou que viveram uma união estável.

Briga por dinheiro

A disputa pela fortuna começou ainda em 2007, pouco depois do assassinato de René. Condenada na Justiça como mandante do homicídio, a viúva já perdeu o direito à herança, segundo decisões judiciais.Diante da comprovação do crime, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anulou um testamento deixado pelo milionário que destinava metade de sua herança a Adriana e a outra metade à sua única filha, Renata.

Antes do testamento que favorecia a viúva, existiu um outro documento que dividia o patrimônio do milionário entre a filha, Renata, e os nove irmãos de Renê, que ficariam com o restante.Se este primeiro testamento não for aceito pela Justiça, a filha passaria a ser considerada como única beneficiária. Ou seja, ficaria com toda a fortuna.

Mesmo condenada pela morte do ex-companheiro, a Viúva da Mega-Sena ainda tem esperanças de ficar com o dinheiro. Para alcançar este objetivo, sua defesa tenta validar novamente o testamento que acabou anulado pela Justiça do Rio de Janeiro.E, além disso, Adriana entrou com um processo para tentar anular o reconhecimento de paternidade e tirar de Renata a condição de herdeira.

No processo movido contra a filha do milionário, a defesa da viúva contesta o laudo do laboratório particular utilizado pela herdeira em um exame de DNA para confirmação do parentesco biológico.
A defesa da viúva também alega que a filha do milionário se recusou a fazer qualquer outro exame de DNA, em qualquer outro laboratório, desde que o crime foi cometido

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