Sikêra Jr. diz para Bolsonaro deixar de “mimimi”

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O apresentador Sikêra Jr, da Rede TV!, entrevistou o presidente Jair Bolsonaro nesta 5ª feira ao vivo direto do Hospital Vila Nova Star. Na conversa, o apresentador brincou e disse para o chefe do Executivo “deixar de ser frouxo” e “deixar de mimimi”. Desde 4ª feira (14.jul), o presidente está hospitalizado por causa de uma obstrução intestinal.

“Presidente, eu vou falar com o senhor como eu gosto de falar. Me perdoe. Vamos deixar de mimimi, levanta aí, tá? O senhor é atleta. Deixa de ser frouxo. Comigo é assim. Fica aí fazendo manha “ah, a barriga, não, não vou para a moto”. Tá de atestado”, disse. O presidente reagiu rindo.

Veja o momento da fala de Sikêra:

Bolsonaro deu a entrevista do quarto do hospital ao lado do médico responsável pelo seu caso, doutor Antônio Luiz Macedo. Na entrevista, Bolsonaro lamentou não poder comparecer a motociata marcada para sábado (17.jul), em Manaus (AM). O presidente lamentou cancelar sua participação por um “motivo alheio” à sua vontade e afirmou que o encontro de motos com apoiadores de ficará “para outra data”.

Na entrevista, o médico do presidente informou que o quadro de Bolsonaro evolui bem e que a equipe médica avalia retirar a sonda nasogástrica que o presidente usa atualmente, sob a condição de seguir uma dieta líquida. Macedo reforçou que está afastada a possibilidade de realizar uma intervenção cirúrgica.

O prognóstico fez Bolsonaro dizer em tom de brincadeira que poderia ser liberado já nesta 6ª feira (15.jul). Veja:

Ao final da entrevista, Sikêra afirmou que “o Brasil está em oração” pela recuperação do presidente. “Eu tenho certeza absoluta que o Brasil está em oração pedindo pela sua recuperação e para sua volta o mais rápido possível porque a gente precisa. O Brasil precisa entrar nos eixos porque não é fácil e a gente sabia que em 4 anos. Ninguém resolveria muita coisa em uma país tão corrompido, tão cheio de problemas”, disse o apresentador.

Sikêra Jr. é amigo da família Bolsonaro. Ele recebeu R$ 120 mil em verbas públicas do governo federal de dezembro de 2020 a abril deste ano, segundo documento da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) entregue à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado e divulgados pelo jornal da Folha de S.Paulo.

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