Repórter da ESPN deixa canal após recusar vacina contra a Cøvid

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A repórter da ESPN dos Estados Unidos, Allisson Williams, publicou um vídeo em seu Instagram anunciando sua saída do canal depois de ter dito à empresa que não iria tomar a vacina contra a Cøvid-19. Ela alegou ter medo da imunização prejudicar uma futura gravidez, além de não ser “alinhada com isso”.

Williams era responsável pelas coberturas de basquete e futebol universitário e citou questões “éticas e morais” ao justificar a rejeição à vacina. “Além da preocupação médica sobre meu desejo de ter outro bebê e receber essa injeção, eu também sou moralmente e eticamente não alinhada com isso”, disse. “Eu tive que ir a fundo e analisar meus valores e minha moral, e ultimamente tenho que colocá-los em primeiro lugar.”

“Entendo que vacinas são essenciais no esforço de encerrar a pandemia, mas tomar a vacina nesse momento não é do meu interesse”, afirmou. A ESPN divulgou, em maio, que todos os 5.500 funcionários da empresa que trabalham em estádios e arenas esportivas deveriam se vacinar até agosto. Foi ressaltado, também, que os pedidos de exceção, como o de Allisson, seriam avaliados.

Quanto à preocupação da repórter, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA informou em abril que as vacinas contra a Cøvid-10 desenvolvidos pela Pfizer/BioNTech e pela Moderna são seguros para gestantes.

Na publicação do Instagram, Allisson escreveu: “Se você concordar ou discordar de mim, obrigado por ouvir. Não vou ecoar ou abrigar a hostilidade que alguns podem sentir em relação à minha decisão. Estou fazendo tudo que posso para seguir em frente e permanecer positiva.”

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