“Procuradora só tem um objetivo: cassar seus direitos políticos”, diz deputado sobre ação do MPF contra Weintraub

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Após revelar nas redes sociais que estaria disposto a concorrer a um cargo público nas eleições de 2022, o ex-ministro da Educação e atual diretor-executivo do Banco Mundial, Abraham Weintraub, foi acionado pelo Ministério Público Federal (MPF) por suposta improbidade administrativa. Ele está sendo acusado de atentar contra princípios da Administração Pública como moralidade, honestidade e lealdade às instituições.

O professor e economista foi processado por denunciar o caos existente nas instituições federais. As declarações foram dadas quando ele era o chefe da pasta, de 2019 a julho de 2020. Mas, incrivelmente, o MPF só acionou Weintraub, quase um ano depois.

No site da instituição, o MP justifica o processo, apontando que as falas do ex-ministro sobre as universidades públicas brasileiras são “um conjunto de afirmações dolosamente incorretas ou distorcidas que, para o MPF, tiveram o claro propósito de desacreditar o serviço prestado por essas instituições de ensino. Se condenado, o ex-ministro pode ter seus direitos políticos suspensos e ser obrigado a pagar multa”.

O deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) saiu em defesa de Weintrau e, em mensagem no Twitter, disse:

“Ao processar @AbrahamWeint por improbidade administrativa, a procuradora Luciana Loureiro Oliveira só tem um objetivo: cassar seus direitos políticos. As denúncias de consumo e plantio de maconha em universidade públicas foram comprovadas. #SomosTodosWeintraub”, disparou.

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