Por intimidar colegas, pai faz filho segurar cartaz que diz: “Eu sou um valentão” no meio da rua

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O bullying é um comportamento altamente prejudicial, que pode causar muitos danos emocionais a que é exposto a tais ofensas e brincadeiras de mau-gosto em qualquer ambiente.

De alguns anos para cá, essa prática se tornou um assunto amplamente debatido no mundo todo, e muitas instituições, como escolas, implementam orientações e punições para essas atitudes, para que cada vez mais a harmonia e o respeito reinem em seus ambientes.

No entanto, essa ainda é uma tendência bastante presente nos locais de ensino, por isso a colaboração dos pais é importante, para que as crianças possam aprender dentro de casa a forma certa de tratar todas as pessoas, independentemente do seu ponto de vista ou diferenças.

Muitos pais se engajam no combate ao bullying, até mesmo aplicando punições inusitadas e marcantes aos filhos que o praticam, das quais eles certamente jamais se esquecerão. Esse é o caso do pai que fez a filha caminhar por 8 km, sob um frio de -2°C, por intimidar colegas na escola.

Outro pai dos Estados Unidos, um tempo atrás, também tomou uma atitude polêmica ao corrigir o filho que praticava bullying na escola.

Segundo contado em matéria do WESH, canal de notícias afiliado à NBC, Michael Yager ficou indignado ao descobrir que o filho de 13 anos estava intimidando vários colegas de classe, e decidiu expô-lo a uma situação vexatória.

Ele levou o filho a uma avenida movimentada e o fez ficar segurando uma placa em que dizia: “Eu sou um valentão, buzine, se você odeia valentões”. Sua intenção era dar a ele uma lição que o envergonhasse assim como ele envergonhava as crianças contra as quais praticava bullying.

Condutores de muitos veículos interagiram com a cena, buzinando, alguns inclusive pararam para conversar com Michael e o filho.

O homem contou que recebeu uma boa resposta dos motoristas que trafegavam pelo local, mas também explicou que nem todos concordaram com sua atitude. Segundo ele, uma mulher o ofendeu bastante.

No entanto, com ou sem apoio da população, ao que tudo indica, o filho de Michael tirou a lição necessária dessa experiência e aprendeu a enxergar as pessoas com mais empatia. O menino disse que nunca sabemos o que a outra pessoa pode estar passando, e recomendou que as pessoas procurem ajuda de um orientador sobre os seus problemas.

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