Pazuelo é acusado de dar um prejuízo de R$ 122 milhões à União por gestão na pandemia

1608739598 119176583pazuelloreuterscpi

Em ação por improbidade administrativa, procuradores cobram do ex-ministro ressarcimento mais multa de até R$ 243,9 milhões

O Ministério Público Federal do Distrito Federal (MPF-DF) registou uma queixa esta sexta-feira (2/7) contra o anterior Ministro da Saúde Eduardo Pazuello por improbidade de gestão devido ao seu trabalho na pandemia de Covid.

Na reclamação, o MPF traz aos cofres públicos cerca de 122 milhões de reais de desgraça por abordagens recebidas pelo serviço durante a organização do General Pazuello, por exemplo, o interesse em medicamentos sem comprovada viabilidade contra o Coronavírus, o suposto “tratamento precoce”, e os gastos em testes que perderam a sua legitimidade sem serem utilizados.

Os examinadores culpam ainda o antigo clérigo por ter sido descuidado na oposição ao organizar a contratação de imunizações. Como indicado pelos contemplados referidos na alegação, “quase 100.000 passagens podem ser creditadas à exclusão governamental na obtenção de anticorpos com o desespero que desafia a pandemia garantida”.

“A supervisão e descuido do anterior Ministro da Saúde na gestão do tratamento de anticorpos custa caro à sociedade (que suporta os impactos sociais de uma economia em emergência e sem perspectivas de resposta), à solidez da população (que perturba os ritmos descontrolados de tristeza e mortalidade pelo Coronavírus) e ao SUS (cujos leitos de UTI com Coronavírus adulto, apenas no principal semestre de 2020, custaram R$ 42 milhões/dia ou R$ 1,27 mil milhões/mês)”, diz uma parte da alegação.

No caso da actividade ser reconhecida, o conjunto reagirá por danos causados à propriedade pública e violação das normas de organização. O MPF cobra a Pazuello para descontar o prejuízo de quase 122 milhões de dólares, não obstante o pagamento de uma multa até ao dobro dessa soma.

Os examinadores pedem igualmente à Justiça que o total resista à “deficiência de capacidade pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos e restrição de contrato com a autoridade pública”.

Para comparecer à deficiência de 121.940.882,15 reais creditados à administração de Pazuello, o MPF acrescentou os montantes atribuídos pelo Exército para a criação e apropriação da cloroquina, os custos do Ministério da Saúde para a aquisição de 3,75 milhões de comprimidos de um medicamento semelhante, e os interesses da carteira em missões para fazer avançar o “tratamento precoce”.

Além disso, foram lembrados para o cálculo os bens utilizados na aquisição de 2,3 milhões de pacotes de testes PCR perdidos devido à rescisão, avaliada para o final de Maio deste ano.

O MPF esclareceu que esta actividade não solicitava o pagamento de danos agregados ou da deficiência de milhares de vidas, devido ao chumbo concebível do então pastor Pazuello e de outros especialistas públicos, uma vez que este está a ser examinado noutro método contínuo.

A queixa foi documentada no meio de outra aceleração das acusações contra o governo Jair Bolsonaro, incluindo potenciais delitos em acordos para a aquisição de anticorpos.

As alegações incluem o acordo aprovado em Fevereiro, ainda durante a organização Pazuello, em que o Ministério da Saúde consentiu em pagar R$ 1,6 mil milhões por 20 milhões de porções do anticorpo indiano Covaxin, a um custo de US$ 15 por cada porção. Foi aberto um exame criminal pelo Ministério Público Federal para investigar o caso.

O acordo para a aquisição da Covaxin foi marcado quando a imunização ainda não estava aprovada para utilização, apesar da presença de uma proposta de 10 dólares para os anticorpos Pfizer, que nessa altura estavam a ser utilizados desde Dezembro nas nações criadas. Ainda em Março, a autoridade pública fechou o acordo com a organização americana de medicamentos.

Diferentes acusações contra Pazuello

Apesar da protecção contra a aquisição de anticorpos, gastos ineficientes como “tratamento precoce” e descuido com a deficiência dos testes, os examinadores culpam ainda Pazuello por ter agido para impedir a admissão da população aos dados fundamentais para rastrear o desenvolvimento da pandemia. Foi durante a organização global que o envelope chegou mesmo a deixar de fornecer dados sobre o desenvolvimento de novos casos de Coronavírus e passagens provocadas pela infecção.

Além disso, destacam a exclusão de Pazuello na administração pública do SUS (Sistema Único de Saúde), negligenciando a organização de actividades de controlo, obtenção, e apropriação de prescrições fundamentais para pacientes hospitalizados devido ao Coronavírus. Da mesma forma que o culpa pela necessidade de missões instrutivas e instrutivas, esclarecendo o significado da separação social e da utilização de véus.

“Caso as escolhas administrativas – que deveriam ser especializadas – sejam abraçadas à força de impactos externos, a conduta vingativa ilegal do Ministro é demonstrada e impecavelmente concebida a demonstração de ofensa autoritária que, no último exame, é a infidelidade certificada do especialista directo do público perante o residente a quem ele deve servir – é a corrupção de fachada no tratamento das empresas públicas, uma vez que a escolha, que deve ser de grau especializado, é recebida para beneficiar, satisfazer, beneficiar não a colectividade/prémio público, mas sim a inclinação para a casa ou o prémio de um forasteiro”, diz a actividade,

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.