Palmeiras diz que é quase impossível não vender Matias Viña

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A venda de Matias Viña é tratada como questão de tempo no Palmeiras. O lateral esquerdo é um dos que mais fazem o telefone da diretoria tocar, de acordo com apuração do blog. Aos 23 anos, o jogador retornou da Copa América após representar o Uruguai e pode se despedir em breve.

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Ainda não há nenhuma proposta oficial, mas pelo avanço nas sondagens feitas diretamente por clubes e também por meio do empresário do atleta, o Alviverde já se prepara para perdê-lo. O valor mínimo é mantido sob sigilo, mas algumas equipes já toparam dar prosseguimento às conversas mesmo depois de esse ponto ser apresentado na negociação.

Em janeiro de 2020, Vinã teve 50% dos seus direitos econômicos comprados do Nacional (Uruguai) por 3,5 milhões de euros. Já na época dessa transação, a sua saída já era considerada como bem provável, tanto que os uruguaios não quiseram se desfazer do atleta em sua totalidade em olho no lucro caso houvesse uma revenda para a Europa. Ainda este ano, a diretoria palmeirense exerceu uma cláusula que lhe deu direito de mais 7,5% dos direitos econômicos. Mas foi o máximo possível na negociação.

O Palmeiras sempre soube que Viña gostaria de realizar o sonho de atuar no Velho Continente e já quando fez o negócio tinha deixado claro ao atleta que poderia revendê-lo em caso de proposta satisfatória. As principais janelas por lá já estão abertas desde o meio do mês passado ou a partir do primeiro dia deste mês.

Apesar de já ter 23 anos e estar no limite da idade em que os times europeus gostam de comprar talentos sul-americanos, Viña é considerado peça rara no mercado por dois pontos. O primeiro é que o atleta tem passaporte europeu, o que facilita a burocracia na negociação e também na inscrição dos campeonatos.

O segundo ponto: ele é lateral esquerdo, uma posição que o mercado sofre para achar reposição. Sua intensidade e capacidade de atuar tanto marcando quanto atacando chama a atenção de várias equipes de análise de desempenho pelo mundo. Suas presenças constantes na seleção também o colocam em um patamar acima dos concorrentes.

O Palmeiras prevê dificuldades financeiras por chegar ao seu segundo ano consecutivo sem receitas de torcida e sócio-torcedor. Apesar de ter mantido o seu valor integral de patrocínio e ter conquistado títulos importantes em 2020, a previsão é de um ano com pouquíssimos gastos para evitar que o clube sofra no futuro com abusos cometidos agora.

Vender seus talentos aparece como caminho natural para tentar equilibrar o caixa. Inicialmente, a diretoria imaginava que as melhores propostas seriam feitas para os jovens, mas, por enquanto, ainda não houve nada concreto por nomes como Danilo, Gabriel Menino, Patrick de Paula e Gabriel Veron.

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