Pai e madrasta são suspeitos de espancar criança que perdeu mãe para Cøvid

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 Uma criança de quatro anos foi espancada e, em razão dos ferimentos, precisou ser hospitalizada. Além de hematomas, ela teve um dos braços quebrados. O pai dela e a madrasta foram presos suspeitos da agressão. Segundo o Conselho Tutelar, a menina perdeu a mãe para a Cøvid-19 há cerca de quatro meses.

O caso aconteceu em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. A denúncia da agressão foi feita pelo próprio pai da criança, na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Na ocasião, o homem acusou a companheira das agressões contra a filha, enquanto a mulher afirmou que ele era o autor, assim, ambos foram presos.

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“A DPCA vai apurar as circunstancias desse delito, seja através de diligências, ouvindo testemunhas, […] qualquer um que possa contribuir para a elucidação. As investigações vão individualizar a conduta de cada um: pai e madrasta”, disse a delegada responsável pelo caso, Bruna Coelho, à TV Anhanguera.

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Internação e cuidados

Após a denúncia de agressão, a Polícia Civil localizou a criança, que foi submetida a um exame médico. No atendimento, o profissional concluiu que a menina precisava ser hospitalizada. Ela foi encaminhada ao Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia.

Segundo relatos do Conselho Tutelar e da Polícia Civil, a criança tinha hematomas por todo o corpo, novos e antigos. Em razão de uma fratura no braço direito, a menina passou por cirurgia.

De acordo com o Conselho Tutelar, a criança está sendo acompanhada no hospital pela instituição, enquanto procura alguém da família materna para acolhê-la. Ainda segundo o órgão, apesar dos ferimentos, a menina tem boas condições clínicas.

“Se não identificarmos ninguém da família que possa oferecer uma segurança para a criança, a nossa medida será o acolhimento institucional para que a juíza determine alguém da família e tome as medidas cabíveis para frente. É claro que ela vai passar por atendimento psicológico de agora para frente”, disse a profissional do Conselho, Élita Arantes, ao portal G1.

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