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Dias contados? Clubes irão decidir se VAR sai no Brasileirão 2020

De acordo com jornalista da ACERJ(associação dos cronistas esportivos do RJ)que esteve em reunião com Leonardo Gaciba, assembléia no fim da temporada entre clubes e CBF irá definir se o árbitro de vídeo segue ou não no ano que vem.
Tão desejado e tão criticado… A inserção do árbitro de vídeo é a grande novidade do Campeonato Brasileiro 2019. Aprovado como inovação necessária para aumentar o sentimento de justiça no futebol, o VAR, no entanto, se tornou um dos alvos principais de críticas dos times ao longo da competição. De acordo com o jornalista Eraldo Leite, da Rádio Globo, no fim do ano acontecerá um arbitral entre os 20 clubes da Série A e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e eles terão o poder.
 
A informação de Eraldo Leite surgiu após uma reunião com o presidente da CBF, Rogério Caboclo, conforme retratou o jornal O Dia. Vale ressaltar que o uso do VAR em 2019 foi aprovado por unanimidade entre os clubes da Séria A. Um ano antes, quando a CBF delegou aos clubes a missão de arcar com os custos, os clubes negaram, por 12 votos a 7, o uso do VAR.
 
Nesta temporada, a despesa dos clubes com o árbitro de vídeo é com os profissionais responsáveis pela operação. O valor, ao todo, é de R$ 350 mil para os 19 jogos que a equipe for mandante.
 
O Brasileirão 2019 é o primeiro a utilizar o VAR desde o início do campeonato. Por conta disso, as polêmicas se acumulam a cada rodada e não são poucos os técnicos e jogadores que questionam a eficácia da tecnologia. Outro questionamento é a falta de critério na interpretação dos árbitros que comandam o vídeo.
 
A grande polêmica é : o Brasil estaria hoje preparado para receber o árbitro de vídeo???visto que somos ainda um país mergulhado em corrupção,e que a burocracia é um dos principais elementos alimentadores dessa prática que corroe a nação?.A burocracia ,no futebol, representada pelo VAR,é sem dúvida ,uma grande manipuladora de resultados e extremamente difícil de se controlar.

Crianças com Down morrem enquanto esperam por vaga de UTI

Pelo menos quatro pacientes morreram em outubro. Outro menino perdeu a vida porque não havia ambulância para transferi-lo de hospital
A saga que pais e mães de filhos com algum tipo de doença grave enfrentam envolve sacrifício, muita luta, e é marcada pelo suplício da espera por justiça. Mesmo com decisões judiciais nas mãos, é dura a espera por uma vaga em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para que os pequenos possam ser submetidos a uma cirurgia e, assim, conseguirem sobreviver. Enquanto bebês com poucos meses de vida aguardam pela chance de operar um órgão malformado, alguns não resistem ao tempo de espera e acabam morrendo antes mesmo de terem a oportunidade de passar pelas mãos da equipe médica.
Apenas no mês de outubro, ao menos quatro crianças com síndrome de Down morreram à espera de um leito de UTI, ou imediatamente após serem transferidas. Dos casos levantados pelo Metrópoles, a maioria dos pacientes tinha alguma cardiopatia e devia ser transferida para o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF).
Em comum, as famílias desses meninos e meninas recorreram à Defensoria Pública do DF (DPDF) e conseguiram liminares do Judiciário, obrigando o Distrito Federal a conseguir um leito na rede pública, conveniada ou a pagar os custos em hospital particular. Neste ano, a DPDF defendeu 40 causas envolvendo pedidos de internação de crianças.
Entre idas e vindas, a Justiça chegou até mesmo a obrigar o sequestro de bens e a prisão de gestores da Secretaria de Saúde (SES), em processo que corre em segredo. A prisão não chegou a se concretizar, mas foi somente após essa medida drástica que a pequena Bárbara Ramos, de 11 meses de vida, conseguiu transferência para um leito do ICDF e está com cirurgia marcada para esta sexta-feira (01/11/2019), a depender das condições de saúde da menina, que teve uma pneumonia recente e esteve febril ao longo da semana.
“Descobrimos que ela tinha síndrome de Down quando ela nasceu. E logo soubemos que sofria de uma cardiopatia congênita grave, mas nos foi pedido que esperássemos para ver se, com o desenvolvimento dela, um canal que estava aberto e provocava o problema de saúde iria se fechar. Além de não fechar, aumentou. Foi quando veio a indicação para cirurgia imediata”, relata Paloma Regina Ferreira de Menezes, 26 anos, mãe de Bárbara.
Desde que a recomendação de urgência na realização da cirurgia foi cravada pelos médicos, se foram mais de oito meses até que, finalmente, a menina conseguiu a vaga.
Morte na espera
Mesma sorte não teve a pequena Ana Beatriz Oliveira (foto em destaque), 8 meses. Embora estivesse em uma UTI, ela não resistiu por tempo suficiente para fazer um procedimento de correção nas válvulas do coração.
Filha de moradores de Padre Bernardo (GO), no Entorno de Brasília, a menina passou 40 dias internada na unidade de terapia intensiva pediátrica do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e seguiu para uma UTI no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Um dia após dar entrada na nova unidade, sofreu uma parada cardiorrespiratória e acabou falecendo.
Ana Beatriz aguardava vaga em um dos 10 leitos pediátricos do ICDF para poder passar pelo procedimento. Ela nasceu com síndrome de Down e Defeito de Septo Atrioventricular Total, problema que afeta o bombeamento de sangue para o corpo.
Para Cléo Bohn, diretora da associação DFDown, que reúne pais de criança com a trissomia do cromossomo 21 no DF, a dificuldade começa num simples atendimento ambulatorial ou no pronto-socorro.
“Não tem atendimento preferencial, então, quando o pai ou a mãe vai a um hospital e recebe a pulseira amarela, eles vão embora, porque sabem que não dá para esperar, em uma emergência, por quatro, cinco, seis horas para que a criança com Down seja atendia. Nós acompanhamos muitos pacientes e temos relatos de mães que foram três vezes ao hospital e desistiram de serem atendidas”, lamenta a diretora da entidade.
Quando o assunto é UTI, segundo Cléo, a situação é ainda mais dramática. “Nós tínhamos três processos com decisão liminar e nenhum dos três pacientes estava na fila de regulação pela vaga. Havia sete na fila e nenhum tinha síndrome de Down. É importante que a criança opere antes dos 6 meses de vida, que é quando começam muitas mudanças no corpo do bebê. O problema é que não tem UTI, deixaram tudo concentrado no ICDF, e os outros hospitais não possuem capacidade de fazer esse tipo de procedimento”, detalha.
Transparência
Várias representações foram protocoladas perante o Ministério Público de Contas e o Tribunal de Contas do DF (TCDF) questionando a terceirização das cirurgias cardíacas para o ICDF. A Corte também já recebeu pedidos de apuração quanto à quantidade de médicos cardiologistas na rede pública; quantidade de pacientes à espera de cirurgia cardíaca; e análise de economicidade e legitimidade da terceirização dos serviços de cardiologia da Secretaria de Saúde.
Tramita no TCDF um processo que trata da auditoria de regularidade na SES com o objetivo de examinar a contratação e a execução dos serviços de terapia intensiva. No entanto, os autos não tratam especificamente de UTIs pediátricas, mas dos leitos intensivos de um modo geral.
Falta de ambulância
Aos 11 anos, depois de se engasgar com um pedaço de tapioca, Rafael Guimarães foi levado pela família para o Hospital Regional de Planaltina (HRP), unidade de saúde mais próxima de onde ele e a família moram. O menino não sofria de problemas cardíacos, mas teve uma parada cardiorrespiratória devido ao engasgo e precisava ser submetido imediatamente ao Instituto Hospital de Base (IHBDF). Os pais da criança conseguiram um leito de UTI no Base, mas não havia ambulância para transferi-lo.
Depois de agonizar por quase três dias, um helicóptero do Corpo de Bombeiros pousou no HRP e fez o transporte. Debilitado, ele não resistiu e morreu nesta sexta-feira (31/10/2019). A mãe, Joelma Alvares, chegou a fazer um vídeo, no qual aparece emocionada, pedindo providências das autoridades.
Integrantes da equipe médica confidenciaram à família que o menino teria todas as condições de sobreviver se tivesse sido levado ao Instituto Hospital de Base (IHBDF) logo após o pedido de transferência. “Isso acontece o tempo todo. Às vezes temos o mandado judicial, tem a vaga, mas não tem a ambulância e o médico para levar”, lamenta a diretora do DFDown.
Outro lado
Por meio de nota, a Secretaria de Saúde informou que dispõe de 426 leitos de UTI, entre próprios, contratados e conveniados. Diariamente, a SES publica informações referentes a situação dos leitos de terapia intensiva, como a hora da ocupação e o tipo existente. Nessa quinta-feira (31/10/2019), 86 pacientes, entre crianças e adultos, esperavam na fila de regulação.
Dois pacientes neonatais (0 a 28 dias) e um pediátrico (até 12 anos) aguardavam internação em UTI. Dos que esperavam transferência para um leito com suporte especializado, são um pediátrico e dois neonatais.
As cirurgias cardíacas são feitas apenas no ICDF, onde a SES dispõe de oito leitos. A realização do procedimento depende da liberação de vagas na unidade. Os critérios para encaminhamento, conforme a pasta, levam em conta a gravidade de cada caso, de acordo com prioridades médicas.
A Secretaria de Saúde possui contrato para leitos de UTI com o Hospital São Mateus, Domed e ICDF, e o custo anual é de R$ 17.054.289,20, R$ 28.064.824,45 e R$ 31.987.505, respectivamente.

Adolescente de 15 anos mata mãe a facadas após assistir Coringa em Londrina

O adolescente de 15 anos, principal suspeito de ter matado a mãe, Shirley Bueno Silva, de 52 anos, além de esfaquear o padrasto, Agnaldo José da Rosa, ex-secretário de Obras do município de Londrina, está preso aguardando as investigações do caso. Último pedido do filho à mãe, foi para ir ao cinema assistir o filme ‘Coringa’
 
De acordo com informações da Polícia Civil, o adolescente teria matado a própria mãe com golpes de faca enquanto usava uma máscara de hallowen. Os objetos foram apreendidos pelos policiais
Jornalismo | 31 de outubro de 2019
Jovem de 15 anos mata mãe a facadas após assistir Coringa em Londrina
Último pedido do filho foi para assistir Coringa no cinema com a mãe – Foto: Arquivo pessoal
O adolescente de 15 anos, principal suspeito de ter matado a mãe, Shirley Bueno Silva, de 52 anos, além de esfaquear o padrasto, Agnaldo José da Rosa, ex-secretário de Obras do município de Londrina, está preso aguardando as investigações do caso. Último pedido do filho à mãe, foi para ir ao cinema assistir o filme ‘Coringa’.
 
Menino matou a mãe, limpou a faca e seguiu para a escola – Foto: Reprodução/PM-PR
De acordo com informações da Polícia Civil, o adolescente teria matado a própria mãe com golpes de faca enquanto usava uma máscara de hallowen. Os objetos foram apreendidos pelos policiais.
 
Mãe procurou ajuda de especialistas após notar que garoto tinha comportamentos estranhos.
Segundo a irmã do garoto, Lidia Mayara Silva, ele apresentava um comportamento estranho, e a família já havia procurado ajuda de psicólogos, além de tratamentos. Ela ainda conta que ele era diferente das outras crianças, passava a maior parte do tempo jogando videogame e comentava assuntos relacionados a morte, dor e tristeza, nas redes sociais.
Coringa
O último programa que fez junto à mãe, foi ir ao cinema assistir o filme do ‘Coringa’ que está em cartaz nas salas do país. Na trama, o personagem vivido por Joaquim Phoenix, também apresenta problemas de relacionamento com as pessoas, após passar por um histórico de problemas familiares e psicológicos, até se transformar no conhecido vilão dos quadrinhos
 
Jovem teria agido friamente
Policiais também apreenderam o celular do adolescente que possui um protetor com uma cena aterrorizante segundo os agentes. De acordo com as investigações, após o crime, o menino limpou a faca, guardou a máscara e seguiu para escola, onde tinha aulas.
 
Ao ser questionado por vizinhos o que teria acontecido, ele respondeu que não sabia de nada.
 
 

Em CPI, Frota diz que dinheiro público financia ‘milícias digitais’


Em depoimento na CPI das Fake News, o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL), de quem era aliado, se beneficia de “milícias digitais nas redes sociais” para atacar adversários e que o Palácio do Planalto abriga uma equipe para propagar notícias falsas.
“Vem de dentro do Palácio do Planalto os três personagens que vieram das redes bolsonaristas e tiveram oficializadas as suas redes de ataque com dinheiro público. E quem coordena? Carlos Bolsonaro, direto do Rio de Janeiro”, disse, em referência ao chamado “gabinete do ódio”.
O termo é usado para se referir ao núcleo composto pelos assessores da Presidência Tércio Arnaud Tomaz, José Matheus Sales Gomes e Mateus Matos Diniz — os três também foram convocados pela CPI. Entre as funções que o grupo exerce no governo está a atualização das redes sociais da Presidência da República.
Na audiência, Frota também afirmou que as chamadas “milícias digitais” foram orientadas a atacar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e os ministros do Supremo Tribunal Federal. O parlamentar foi expulso do PSL após tecer uma série de críticas ao presidente Jair Bolsonaro e, depois, filiou-se ao PSDB.
Presente na audiência, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), líder do partido na Câmara, classificou a presença de Alexandre Frota como um “escárnio” e o acusou de propagar uma notícia falsa a respeito de Olavo de Carvalho. Também afirmou que a comissão tem o objetivo de atacar o governo do pai.

MP quer analisar computador de onde saíram áudios que desmentem porteiro


Em nota enviada à VEJA, o Ministério Público do Rio informou que precisa de autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para periciar “o sistema” de onde saíram os áudios que desmentem o depoimento do porteiro que citou o presidente Jair Bolsonaro no caso da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL).
Reportagem do jornal Folha de S.Paulo revelou que o MP não analisou a possibilidade de os arquivos terem sido apagados ou renomeados antes de serem entregues aos investigadores. O MP nega e afirma que não constam indícios de adulteração nos arquivos recebidos em CD pelo órgão no dia 15 deste mês – mas informa que o computador de onde saíram os arquivos não foi analisado.
“Esse CD é compatível com a planilha física. Nada impede que o sistema seja periciado como um todo tão logo tenha autorização do STF”, diz trecho da nota enviada a VEJA.
O depoimento do porteiro ganhou destaque nacional ao dizer à polícia que no dia da morte de Marielle e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, um dos suspeitos, Élcio Queiroz obteve autorização de “seu Jair” para entrar no condomínio. O caso foi revelado pelo Jornal Nacional na noite da terça-feira 29.
Nesta quarta-feira, porém, o Ministério Público revelou que a autorização para entrada foi dada por Ronnie Lessa. O crime ocorreu horas depois do encontro da dupla. Segundo o MP, a gravação com a voz de Lessa autorizando a prova de Queiroz é a prova mais contundente de que os dois estavam juntos naquele dia, algo que ambos sempre negaram.
 

Home and Away's Jake Ryan carries his baby son Wolf in Bondi Beach

Home and Away star Jake Ryan and his DJ girlfriend Alice Quiddington welcomed their first child together, son Wolf William Ryan, last month.
And on Thursday, the couple appeared to be relishing parenthood as they enjoyed a casual stroll in Sydney’s Bondi Beach.
The 36-year-old actor carried the newborn on his chest, while Alice showed off her post-baby body in athletic attire.

Jake cut a casual figure in a red sleeveless top, which he teamed with grey workout shorts, black sneakers and tinted sunglasses.
The star, who is known for playing bad boy Robbo on Home and Away, carried Wolf in a baby carrier on his chest.
Jake placed a protective hand over his son, while Alice walked their dog.
Alice showed off her post-baby figure in a $145 Ganni T-shirt, black leggings and Nike trainers, and accessorised with gold round-rimmed sunglasses.

Alice announced their son’s birth in an Instagram post on October 7, sharing an adorable photo of the newborn with her followers.
‘We finally welcomed our little man into the world,’ she wrote in the caption. ‘One of the most intense but incredible experiences of my life.
‘So much newfound respect for this body and what it has done and continues to do.’
Alice added that Jake was already proving himself to be a brilliant father.
‘Jake Ryan is already super dad status and was the most amazing support to me throughout the whole pregnancy and birth,’ she wrote.
The couple announced their pregnancy news in May and are believed to have started dating in February.

Comemoração e novo apelido de Dudu: veja os bastidores da vitória do Palmeiras sobre o São Paulo

O Palmeiras estava pressionado por seu torcedor por uma grande atuação e ela aconteceu justamente no clássico contra o São Paulo. O alviverde foi dominante durante os 90 minutos, abriu o placar cedo com Bruno Henrique, seguiu pressionando e no fim do primeiro tempo ampliou com Felipe Melo.
Na segunda etapa definiu o placar em um rápido contra-ataque, onde Gustavo Scarpa marcou o terceiro tento.
Hoje, o Verdão divulgou os bastidores do clássico, onde teve muita comemoração por parte de jogadores e comissão técnica e Felipe Melo revelou até um apelido de Dudu: “homem assistant”, referindo-se a quantidade de assistências para gols na competição.
O camisa 7 do Verdão é o líder no quesito no Brasileirão 2019. Já são 10 passes para gols em 27 partidas disputadas, duas assistências a mais do que Arrascaeta, do Flamengo, segundo colocado no quesito.
Assista na integra os bastidores do clássico entre Palmeiras x São Paulo:

Bolsonaro cancela assinatura da Folha no governo e ameaça anunciantes

Presidente Jair Bolsonaro anunciou em sua live de hoje nas redes sociais que determinou o cancelamento de todas as assinaturas da Folha de S.Paulo no governo federal.
O presidente disse que o jornal faz um “trabalho sujo” e ainda ameaçou os seus anunciantes.
“Determinei hoje que seja cancelada a assinatura da Folha de S.Paulo no âmbito do Poder Executivo. Quem quiser ler a Folha de S.Paulo passa na rodoviária de Brasília e compra”, afirmou Bolsonaro.
“Nós não vamos gastar dinheiro com esse tipo de jornal. E quem anuncia na Folha de S.Paulo… presta atenção, tá certo?”
Na semana passada, Donald Trump tomou medida semelhante nos Estados Unidos. O presidente americano determinou o cancelamento das assinaturas do New York Times e do Washington Post na Casa Branca.
Em nota, a Folha disse lamentar “mais uma atitude abertamente discriminatória do presidente da República contra o jornal”.