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Mulheres escapam da 'repressão' religiosa e se tornam estrelas da indústria erótica

Elas geralmente alegam terem sido muito reprimidas. Mas o certo é que, não importam os motivos, transformaram a sua vida da água para o vinho. Religiosas ao extremos, algumas mulheres acabaram cedendo ao “pecado” de se tornar estrelas da indústria erótica. E ficaram ricas.

Nikole Mitchell: a americana da Califórnia trabalhava como pastora evangélica, mas largou a Bíblia para se tornar uma stripper de sucesso. Na nova carreira, gaba-se de ter mais tempo para os filhos e uma casa bem confortável, avaliada em R$ 5 milhões. Chega a faturar quase R$ 500 mil por mês. Ela também aderiu ao OnlyFans. Em entrevista, a ex-pastora chegou a afirmar ter aprendido mais na plataforma erótica do que época em que era pregadora. Nikole disse que vivia num “ambiente tóxico”.

Allegra Cole: criada no seio de uma família mórmon de Utah (EUA), a única distração fora da igreja era dar aulas de piano. Porém, aos 51 anos, a americana longe da igreja, consolida-se como uma estrela da plataforma OnlyFans. Allegra abandonou as roupas “recatadas” e agora ganha a vida se despindo no site adulto. Também faz sucesso no Instagram, onde tem quase 1,5 milhão de seguidores fiéis, na maioria fanáticos pelos seus seios altamente turbinados.

Skyler: a fiel mórmon fez o mesmo caminho: abandonou a igreja para se dedicar aos seus assinantes no OnlyFans. Aos 39 anos, a americana decidiu fugir das rígidas diretrizes da religião, que pune sᕮxo antes do casamento e o consumo de álcool, cigarro e café. Inicialmente, ele postava fotos sexy no Instagram, até decidir dar o próximo passo de estrelar conteúdo erótico.

Addie Andrews: a missionária americana se absteve de sᕮxo por nove anos, em nome da fé. Aos 26 anos, ela se mudou a Los Angeles, com o sonho de ser atriz. Acabou virando stripper e estrela pornô. “O problema não é apenas que o sᕮxo antes do casamento é negado, mas que eles fazem disso um pecado muito sério e uma coisa vergonhosa de se fazer. Quanto mais me aprofundava na religião, mais longe da minha própria identidade eu ia”, disse a estrela de 30 anos, que garante que a família aprova a sua nova vida.

Holly Jane: “Sempre abracei minha sᕮxualidade e senti estar fora do lugar com os meus amigos conservadores”, afirmou a estrela do OnlyFans, que muitos da sua antiga igreja ainda acreditam trabalhar como enfermeira. Além de posar nua, Holly faz filmes pornô caseiros, mas ressalta que ainda se mantém uma mulher de fé: “A religião decidiu que isso é errado, não Deus”.

Yudi Pineda: aos 10 anos, a colombiana iniciou sua jornada em um convento. Oito anos depois, abandonou o hábito ao se apaixonar por um professor, para quem se exibia por webcam. Agora, aos 31 anos, Yudi faz carreira pornô, após ser recrutada em Medellin. Muitos dos seus filmes, que fazem sucesso em grandes plataformas, têm “temática religiosa”. E a atriz não abre mão de ir às missas de domingo.

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