Mulher é suspeita de espancar filho recém-nascido até a morte e jogar o corpo no lixo

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A mulher de 30 anos teria alegado que o bebê morreu em um aborto espontâneo, o que levantou suspeitas da polícia devido à situação em que o cadáver foi encontrado

Uma mulher de 30 anos foi formalmente acusada de matar o próprio filho recém-nascido e jogar o corpo do bebê no lixo. Andee Wright, de Tonawanda, Nova York, nos Estados Unidos, foi levada ao tribunal nesta terça-feira (7) após ter alegado que o bebê morreu em um aborto espontâneo e sua versão não ser aceita pelos juízes, que continuaram a investigação e acusaram Andee.

O promotor público John Flynn afirmou ao Daily Star que queria uma investigação completa sobre o assunto. Nas investigações, foi descoberto que Andee deu à luz em 25 de outubro do ano passado, entre 2h30 e 3h15. Seu namorado havia saído quando o menino nasceu, mas voltou para casa com um amigo pouco depois e encontrou Andee em estado de desespero. Foi quando ele acionou as equipes de resgate que, ao chegarem no local, encontraram o corpo do recém nascido na lixeira.

Flynn afirmou que o crânio da criança havia sido fraturado com uma “ponta de instrumento ou objeto preciso”, e acrescentou que houve pouco tempo entre o nascimento e o suposto homicídio.

O advogado de Andree, Paul Dell, descreveu o incidente como uma “tragédia” e acrescentou que “eles estão dando um passo de cada vez”. A data do julgamento de Wright ainda não foi confirmada e o juiz fixou sua fiança em US$75.000, cerca de R$ 400 mil.

Wright está sendo acusada assassinato intencional e por indiferença depravada à vida humana. Se for condenado por ambas as acusações, Wright pode pegar desde 25 anos de prisão até prisão perpétua.

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