Mulher descobre que irmã morta usava seu nome em documentos falsos

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Maria Paula Fonseca, de 60 anos, estava em casa assistindo à Record TV, quando descobriu que sua irmã, Inês, que procurava há mais de 40 anos, havia sido assassinada. 

Mas um detalhe chamou sua atenção: a foto era de Inês, mas o nome não. A mulher havia falsificado documentos, usando o nome da irmã, que agora luta para conseguir provar que está vítima e foi vítima de fraude. 

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