Lázaro Barbosa, o ‘Psicopata de Ceilândia’, fez cursos de empatia em sua passagem pela prisão

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No período em que esteve preso no Distrito Federal, Lázaro Barbosa fez cursos de “empatia para se colocar no lugar das vítimas”, participou “satisfatoriamente de todos os encontros do grupo de relações pessoais” e recebeu atestado de “bom comportamento”.

Lázaro Barbosa de Sousa, o homem que vem sendo chamado pela mídia brasileira de “psicopata de Ceilândia”, chegou a participar de vários cursos para ressocialização no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, no período em que esteve preso.

De acordo com informações informações do processo divulgadas pelo G1, antes de passar do regime fechado para o semiaberto, em 2014, o detento fez cursos de “empatia para se colocar no lugar das vítimas”. Ainda segundo o processo, Lázaro também participou “satisfatoriamente de todos os encontros do grupo de relações pessoais” e recebeu atestado de “bom comportamento”.

De acordo com um laudo psicológico emitido em 2013, Lázaro possui características de “agressividade” e é acostumado a andar no mato. Segundo afirmações dos investigadores, ele é “um psicopata imprevisível”.

Três anos depois da prisão, Lázaro fez cursos para progressão da pena para o regime semiaberto e, assim, conseguir benefícios externos, como direito ao trabalho.

A progressão da pena foi concedida pela Justiça mesmo após o laudo criminológico atestar características de personalidade de Lázaro, como “agressividade, ausência de mecanismos de controle, dependência emocional, impulsividade, instabilidade emocional, possibilidade de ruptura do equilíbrio e sentimentos de angústia”.

Atualmente foragido, Lázaro Barbosa tem uma extensa ficha criminal e, desde o dia 9 de junho, também é procurado por tirar a vida dos membros da família Marques Vidal, no Incra 9, em Ceilândia. As buscas por ele chegaram ao 10º dia, nesta sexta-feira (18).

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