Jovem de 18 anos sem sobrenome não consegue ter acesso a serviços básicos

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A jovem cearense, de 18 anos, vive sem sobrenome e por isso não consegue ter acesso a serviços básicos.

O seu nome foi escolhido pela faxineira e recicladora Dona Maria de Fátima. A jovem foi deixada ainda bebê na porta de sua casa. Então Rosilene, uma de seus 14 filhos, resolveu criar a menina.

“Ela falava para a gente que faltava a assistente social visitar a casa dela para ela poder pegar a guarda da Raquel, ela sempre contou com isso”, afirmou Dona Maria de Fátima.

Como a guarda não chegou, o resultado foi um registro de nascimento incompleto tirado por ordem judicial.

Quando Rosilene faleceu, Dona Maria de Fátima assumiu a menina, mas o processo de adoção foi interrompido. Por isso, Raquel enfrenta uma série de dificuldades.

“Não tenho sobrenome, não tenho documento, não consigo me matricular na escola, não pego remédio no posto de saúde”, lamentou.

Ao procurar ajuda, a família foi informada que a única esperança seria um novo processo de adoção, que pode ser realizada mesmo depois dos 18 anos.

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