Jornalista sugere que Lázaro é uma ”vítima da sociedade”

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Artigo repugnante sobre o serial killer Lázaro Barbosa está causando revolta

Ah, o portal de notícias chamado Brasil 247… números estes que, se somados, resultam no infame número 13. Número sugestivo, não é? Bom, segundo as delações da Lava Jato, mais que ”sugestivo”: nas palavras do lobista Milton Pascowitch, sua empresa, a Jamp Engenheiros, teria repassado 180 mil reais à Editora 247 Ltda., a pedido de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT. E foi nesse portal que hoje o colunista petista Lelê Teles publicou o seguinte artigo: ”Lázaro, o leproso”.

Nele, o autor descreve todos os sofrimentos da vida do serial killer que está sendo caçado na zona rural de Goiás. ”Em Brasília, um sujeito de nome Lázaro Barbosa Ramos, 32, apresentou suas feridas à sociedade’‘, escreveu num trecho. Em outro, chama os policiais que caçam o assassino de ”perdigueiros”, uma raça de cães de caça.

Mas foi perto do fim do artigo que Lelê Teles escreveu seu maior absurdo: ”Muitas vezes, o agressor também é uma vítima. Apavorados com os efeitos, esquecemos de procurar conhecer a causa. No fundo, Lázaro é apenas mais um miserável cheio de chagas psicológicas e que cansou de mendigar sua condição de gente. Numa das casas que invadiu em fuga, ele apenas pediu que lhe preparassem comida; comeu e foi assistir ao noticiário.”

Vejam só como a esquerda não poderia estar mais desconectada do povo. Sabem quantos brasileiros pobres passam por situações difíceis, desesperadoras mesmo? Milhões. E sabem quantos deles recorrem ao crime? A minoria. A maioria dos brasileiros sofridos consiste de trabalhadores honestos e resignados, que fazem de tudo para verem um sorriso desabrochar no rosto dos seus filhos.

A extrema-esquerda e seu discurso repulsivo de ”vítimas das sociedade”, que tira um pouco da culpa dos bandidos (as vezes, toda a culpa), só serve para, além de aumentar a criminalidade, menosprezar todo o monumental esforço empreendido por milhões de brasileiros anônimos, provenientes de origens similares a de Lázaro, mas que optaram pelo caminho oposto do serial killer.

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