Ídolo da esquerda Michel Foucault é acusado de estupro e pedofilia

Escritor criticava medicalização da sociedade, fenômeno hoje amplamente defendido pela esquerda e imprensa.

Segundo reportagem da revista The Sunday Times, o escritor franco-americano, Guy Sorman, acusou de estupro e pedofilia seu ex e falecido colega, Michel Foucault. Na entrevista, Sorman fala de seu “arrependimento” por não denunciar a conduta “imoral” e “feia” de Foucault. Sorman tomou conhecimento da perversão do amigo enquanto o visitava na Tunísia.

Segundo relato, a idade das crianças variava entre oito e dez anos. Foucault lançava notas de dinheiro para elas enquanto dizia “me encontre às 22h no lugar de sempre”, referindo-se às lápides onde os estupros aconteciam. Segundo Sorman, Focault não “ousaria” cometer crime do tipo na França e pôde se livrar de acusações na Tunísia por conta do elemento étnico envolvido.

Em 1977, Foucault assinou uma petição onde era requerido direito para abusar de crianças com mais de 13 anos de idade. Ídolo da esquerda brasileira e um dos autores mais citados nas universidades, Michel Focault faleceu em 1984.

Silêncio seletivo

As perversões de Foucault eram conhecidas do meio intelectual e acadêmico, mas silenciadas em nome da honra do escritor que é citado e referenciado na quase totalidade de trabalhos acadêmicos e livros, passando pelo direito, medicina até a filosofia. Sua obra, no entanto, é conhecida pela crítica da psiquiatria e da medicalização da sociedade, o que analisava sob o ponto de vista crítico da luta pelo poder.

A pandemia de 2020 pode ter tornado sua obra ainda mais atual e interessante, exceto para setores da esquerda, que hoje defende políticas sanitaristas e de controle biológico da sociedade, alvo de crítica de Foucault.

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