Esquerda brasileira permanece calada enquanto ditadura de Cuba parece prestes a cair

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Não vai falar sobre Cuba, Lula?

A população de Cuba, habitada por 10 milhões de vítimas do socialismo, deu início nos últimos dias à revoltas gigantescas, de uma magnitude que o regime comunista, instituído em 1959, nunca enfrentou. Milhares estão entoando gritos de guerra pelo fim da ditadura e pela deposição do ditador Miguel Diaz-Canel, que assumiu após Raul Castro, irmão do falecido Fidel, decidir se afastar do comando.

E a resposta da ditadura é o aprisionamento e fuzilamento de manifestantes. “A ordem de combate está dada: às ruas os revolucionários”, disse o ditador Diaz-Canel, ordenando que as forças de repressão passem a prender os manifestantes e até disparar, caso queiram. Mas as multidões persistem nas ruas, e enquanto isso, a esquerda brasileira, fanática apoiadora do comunismo cubano, permanece em silêncio.

Nas redes sociais, Lula ainda não comentou nada. Petistas dos mais ativos e militantes, como a deputada federal e presidente do partido Gleisi Hoffmann, também não. Outras lideranças socialistas, como Guilherme Boulos do PSOL e Marcelo Freixo, que acabou de ir para o PSB, também permanecem caladinhos, sem dar um pio sobre as manifestações cubanas. Eles sabem que caso a ditadura de Cuba caia, as chances dos revolucionários terem sucesso no Brasil também caem, e drasticamente.

A esquerda não fala, mas Bolsonaro fala. Vejam:

https://twitter.com/BolsonaroSP/status/1414631754716094464?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1414631754716094464%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.newsatual.com%2Fesquerda-tenta-ignorar-revoltas-em-cuba%2F

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