Em prisão domiciliar, pai estupra filha de 7 anos e é condenado a 2ª vez pelo mesmo crime

Homem com histórico de abusos sexuais estava com tornozeleira eletrônica, estuprou a filha, de 7 anos, e fugiu após ser denunciado.

Ajudante de pedreiro, de 34 anos, foi condenado a 15 anos e 9 meses de prisão, em regime fechado, pelo estupro da filha, de 7 anos, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O homem já tinha sido punido pelo mesmo crime e estava em regime domiciliar, monitorado por meio de tornozeleira eletrônica, concessão dada em decorrência da pandemia da covid-19.

A condenação foi publicada hoje no Diário Oficial da Justiça, dada pela 7ª Vara Criminal de Competência Especial.

Na denúncia, consta que os abusos aconteceram pelo menos três vezes, entre os dias 2 e 3 de maio deste ano, por volta das 22h e 4h, na casa da família, no Jardim São Conrado.

No relato da vítima, o primeiro estupro aconteceu quando eles estavam deitados no sofá, assistindo televisão. Consta que ele colocou o dedo na vagina e no ânus da menina e disse para que ela não contasse a ninguém o que havia ocorrido.

Na denúncia, consta que ele “tem histórico de abusos sexuais” e estava cumprido pena por outros estupros. Este ano, foi colocado em regime domiciliar, monitorado por meio da tornozeleira eletrônica, benefício concedido na pandemia.

A menina relatou o que tinha acontecido naqueles dias e ele foi denunciado à polícia, porém, após o estupro ter sido descoberto, ele fugiu, rompendo a tornozeleira eletrônica e ainda está foragido. A prisão preventiva foi decretada posteriormente.

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