Doença impede mulher de beijar e de ter relação sᕮxual com o marido há quatro anos

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Wynona foi diagnosticada com endometriose — a presença do tecido que reveste o interior do útero em outros órgãos da pelve  —  aos 17 anos e desde então lida com o problema de saúde que pode causar muitas dores.

A situação da gerente de RH piorou após o nascimento de sua filha, em 2017, quando o sᕮxo se tornou, ao invés de ser prazeroso, doloroso. Segundo Wynona, sua vagina parecia pegar fogo, além de ter cólicas durante o ato. “Era simplesmente tão sensível que qualquer tipo de excitação por minuto era muito doloroso”, revelou a mulher.

O parto de Isla, a filha do casal, foi feito através de uma cirurgia cesariana e após o nascimento da menina a vagina de Wynona chegou a ficar tão fechada ao ponto de não passar um cotonete. Nessa época, a australiana também foi diagnosticada com vaginismo, um aperto involuntário no canal vaginal. 

Depois de buscar diversas soluções, ela revelou que recorreu a cirurgia plástica como “último recurso”, mas sem sucesso. Mesmo após o procedimento, ela continua sem conseguir transar e ainda foi diagnosticada com endometriose estágio 4. Apesar do problema, Wynona se diz uma mulher de sorte por ter Stefan em sua vida, o marido que deu o apoio necessário a ela. “Tenho um marido maravilhoso que, literalmente, não demonstrou problemas em não termos sᕮxo”, afirmou.

Para preencher a brecha deixada pela falta de relações sexuais, o casal precisou encontrar outras formas de intimidade e, segundo Wynona, costumam tentar fazer o máximo de coisas possíveis juntos, tentando valorizar pequenos momentos, como pegar o trem juntos para ir ao trabalho.

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