Desemprego e fome avançam na pandemia e mostram que Bolsonaro estava certo

O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia para sanção dos projetos de lei que ampliam a aquisição de vacinas pelo Governo Federal.

O avanço desenfreado da pandemia de Covid-19 no país vem evidenciando cada vez mais os problemas sociais enfrentados no Brasil.

Um dos indicadores sobre o impacto econômico da pandemia que mais chamaram a atenção nos últimos dias foram os crescentes índices de extrema-pobreza no país inteiro.

Em consequência disto, houve um crescimento alarmante dos pedidos de auxílio emergencial, o que evidencia ainda mais a batalha travada por milhões de famílias todos os dias, para conseguirem sobreviver, principalmente num momento como este.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) fez uma divulgação de números projetados entre agosto de 2020 e fevereiro de 2021. Estes números mostram que durante este período, cerca de 17,7 milhões de pessoas retornaram ao estado de pobreza.

Se em agosto do ano passado, a população em situação de pobreza era cerca de 9,5 milhões, totalizando 4,52% do total de 210 milhões de brasileiros, em fevereiro de 2021 esse número foi para 27,2 milhões, totalizando 12,83% da população do país.

Já em pesquisa feita pelo instituto Datafolha, mostra um fato que deve ser encarado com seriedade e preocupação. O levantamento feito no início de 2021 revelou que quase 70% das pessoas que receberam auxilio emergencial em 2020 ainda não conseguiram encontrar uma fonte de renda fixa, que seja capaz de substituir o benefício.

Quando a pandemia ainda estava em sua fase inicial no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro já criticava as medidas de restrição de circulação e o isolamento social, alegando que isso geraria problemas ainda maiores.

“Tem que reabrir, nós vamos morrer de fome. A fome mata, a fome mata! O Brasil está se tornando um país de pobres. O que eu falava lá atrás, que era esculachado, estão vendo a realidade agora aí. Para onde está indo o Brasil? Vai chegar um ponto que o caos vai se fazer presente aqui. Essa história de ‘lockdown‘, de fechar tudo, não é esse o caminho. Esse é o caminho do fracasso, quebrar o Brasil” falou o presidente na época.

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