Dando uma de analista política, Dilma fala em ”golpe dentro do golpe”

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Alguém entendeu o que a ”presidenta” Dilma quis dizer?

Nenhuma análise do cenário político brasileiro está completa caso a ”presidenta” impeachada não nos prestigie, também, com os seus palpites, sempre ”geniais”. A autora de pérolas como ”saudar a mandioca” e ”30% de 25%”, voltou a dar entrevistas (agora, para a pouco conhecida revista Focus Brasil), em ocasião dos 5 anos do seu impeachment.

Sobre sua queda em 2016, Dilma comentou, com seu característico raciocínio que de tão grotesco, chega a ser cômico: “houve um golpe parlamentar, judiciário e midiático. Mas, sobretudo, um golpe do setor financeiro, do capitalismo financeirizado. Um golpe neoliberal. Não houve uma intervenção clássica militar, mas uma manipulação das regras legais”, explicou. “Ali aconteceu uma ruptura violenta contra o status quo da democracia”.

Outro assunto em voga na entrevista era, obviamente, Bolsonaro, mas mais precisamente a versão que a esquerda vê do presidente, como um homem disposto a ”dar um golpe” a qualquer momento.

Pode parecer perversidade, mas deixaremos o leitor ler e tentar compreender os discursos de Dilma sobre as atitudes supostamente golpistas de Jair Bolsonaro: “O golpe não foi brando. Não foi nada brando. E, lembre-se, o golpe vem em etapas. É um processo”, disse a ”presidenta”. E continuou: “O Golpe de 2016 é o ato zero do golpe, é o ato inaugural, mas o processo continua. É o pecado original dessa crise que o país atravessa. É a partir dali que se desenrola todo o processo golpista”. E aí, conseguiram entender?

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