Como uma mulher estéril era vista naquela época?

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A esterilidade, principalmente no passado, era vista como uma maldição. Em todo o Antigo Testamento, mulheres inférteis eram consideras inferiores, pois não podiam procriar, sendo culpadas assim por “prejudicar o futuro da família”.

Por isso, maridos de mulheres estéreis tinham o aval social para ter outras esposas, a fim de ter filhos com elas, ou até mesmo de ter concubinas (que não eram reconhecidas como esposas, mas eram mulheres cuja única incumbência era gerar filhos). Inclusive, também as servas poderiam fazer esse papel de procriação na família. Lembrando que tudo isso era um costume aprovado entre os homens, mas nada aprovado por Deus, que idealizou o casamento do homem com uma só mulher.

A maioria dos casos de infertilidade nas Escrituras, não remete a um juízo de Deus. O padrão que podemos observar, portanto, é que a infertilidade é tratada como uma enfermidade permitida, mas não causada pelo Criador. Ele tinha um olhar especial para com essas mulheres desfavorecidas.

Tanto que um dos grandes ensinamentos da história de Sarai mostra que a mulher estéril não era abandonada por Ele.

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