Comissão do circo chega ao fim com a última aberração, mas houve bons momentos, confira

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Nesta terça-feira dia 26 de outubro a Comissão do circo chegou ao seu final da forma que todos já imaginavam. Ou seja, com o relatório do senador Renan Calheiros aprovado pelo placar de 7 x 4. Mas depois de tanto absurdo que se viu durante meses de circo, ainda houve espaço para mais uma aberração.

Durante a última sessão da Comissão, o senador Alessandro Vieira solicitou a inclusão do colega Heinze no relatório, alegando que o mesmo espalhava fake news. Ou seja, incluíram um senador na lista de indiciados passando por cima da Constituição, o Código de Processo Penal, a autonomia médica e a imunidade parlamentar, os donos da CPI envergonham ainda mais o Senado indicando um Senador Membro da Comissão.

Entretanto o absurdo só não foi consumado por conta de uma solicitação do Presidente do Senado Rodrigo Pacheco, que afirmou que nunca interferiu na Comissão e que não o faria. Mas que achava um excesso a inclusão do nome de Heinze no relatório.

Na comissão do circo houve bons momentos dos conservadores

O desfecho da Comissão é melancólico e decepcionante para aqueles que esperavam investigações sérias e imparciais. O que se viu ao longo dos meses foram ataques a governistas, humilhação de depoentes que não eram alinhados com o famigerado G7, entre outras atrocidades cometidas pelos “donos da comissão”.

Mas também houve alguns bons momentos para os conservadores, como por exemplo o dia em que o Senador Flávio Bolsonaro falou o que todos os brasileiros gostariam de falar para Renan Calheiros. Quando o chamou de “vagabundo” e que após isso essa palavra virou quase um sobrenome para o senador alagoano, afinal basta ele sair às ruas para alguém o ofender com o mesmo adjetivo.

Outro bom destaque foi o Senador Marcos Rogério que caiu nas graças dos conservadores que ainda não o conheciam. Sempre muito coerente, fez grandes batalhas contra as narrativas do G7 mesmo sendo boicotado o tempo todo. E por fim, não podíamos esquecer da participação histórica do empresário Luciano Hang, que fez o G7 passar o maior vexame da Comissão, destruindo as narrativas criadas uma a uma.

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