Ciro falou sobre "dinheiro estrangeiro sujo na política" e criticou Bolsonaro

  O candidato à presidência da República afirmou na eleição de 2018 Ciro Gomez (PDT) que o financiamento de comportamentos antidemocráticos por meio de recursos externos mostra que “há dinheiro estrangeiro sujo na política brasileira”, o presidente Jair Bor Sonaro (partido) é um traidor da pátria mãe

A declaração foi emitida após revelação do ministro Dias Toffoli, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Tovri disse em entrevista à emissora de TV que o falso inquérito noticioso apontou em sua investigação que “fundos estrangeiros são fundos estrangeiros para atores que usam as redes sociais para realizar atividades de contra-organização, especialmente o STF e a Assembleia Nacional”.

Ciro escreveu no Twitter: “Dinheiro sujo estrangeiro na política brasileira! Bolsonaro, um traidor da pátria! Quantos generais têm em comum com a ingerência estrangeira em nosso destino?”

O inquérito sobre notícias falsas começou em 2019 para investigar a disseminação de notícias falsas e ameaças a membros do tribunal. Posteriormente, a investigação passou a ter como alvo políticos, empresários e blogueiros que apoiavam o presidente Bolsonaro, que foram investigados por seu suposto envolvimento na divulgação de notícias falsas e ameaças de redes contra ministros do STF.

Segundo Tofili, a “intensificação dos dados da pesquisa” foi feita pelo ministro Alexandre de Morais, que se encarrega das consultas de notícias falsas, por isso é necessária uma “pesquisa aprofundada”. Ele não forneceu mais detalhes sobre a descoberta.

              Inquérito de notícias falsas: Toffoli mostrou apelo estrangeiro no projeto de lei anti-FTS.

O ministro do STF, do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, disse que a investigação de notícias falsas identificou recursos estrangeiros que foram usados para promover campanhas contra a Rede Suprema e a Assembleia Nacional nas redes sociais. Em entrevista à TV Bandeirantes, o ministro disse que não poderia dar mais detalhes sobre a descoberta, que considerou “gravíssima”. De acordo com a decisão do então presidente do STF, Dias Toffoli, foi aberto inquérito de notícias falsas em 2019 para apurar a divulgação de notícias falsas e ameaças a juízes.

“Não posso fornecer mais detalhes, mas esta investigação sobre a repressão a notícias falsas e comportamento antidemocrático e violações de regras de sigilo bancário identificou fundos estrangeiros internacionais para financiar aqueles que usam redes sociais para contrariar instituições, especialmente o Supremo Tribunal e Congresso Nacional “, disse Tofili.

Segundo Tofili, a “intensificação dos dados da pesquisa” é feita pelo ministro responsável pela pesquisa, Alexandre de Moraz, e é preciso “aprofundar esse assunto”. O ministro não especificou, disse que em outros momentos da história, o financiamento de grupos militantes causou caos no Brasil. “A história do país mostra o passado. Esta é a arrecadação de fundos por grupos radicais – seja da extrema direita ou da extrema esquerda – causando o caos e a democracia turbulenta em nosso país. Mas essa questão deve ser estudada a fundo”, disse ele.

Toffoli usou essas informações como mais um argumento para defender a importância das consultas de notícias falsas, que geraram polêmica quando foram abertas. A PGR (Ministério Público) questionou essa medida, alegando que, como juiz, o STF não pode atuar simultaneamente como órgão de investigação. Em junho de 2020, o plenário do STF de 11 membros do tribunal decidiu sobre a legalidade da investigação.

Posteriormente, a investigação começou a visar políticos, empresários e blogueiros que apoiavam o presidente Bolsonaro, que foram investigados por seu suposto envolvimento na divulgação de notícias falsas e ameaças de redes contra ministros do STF.

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