Chamado de “paspalhão” por Bolsonaro, Boulos reage: “Genocida”

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Depois de ter sido chamado de “paspalhão” pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), na transmisssão semanal que o chefe do Executivo federal faz nas redes sociais toda quinta-feira, o líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) Guilherme Boulos (PSol) também usou a web para reagir de forma dura: “Ser xingado por um genocida é, para mim, um elogio”.

Confira:

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Bolsonaro fez o ataque a Boulos ao comentar, na live, a invasão pelo MTST à Bolsa de Valores de São Paulo, a B3. Segundo ele, esse é um “pequeno exemplo da esquerda”.

“Guilherme Boulos e sua turminha invadindo a Bolsa de Valores. Já vi muita gente do mercado contra mim. Tiveram um pequeno exemplo da esquerda. Eles adoram a propriedade privada”, ironizou o chefe do Executivo federal.

“Tá de sacanagem”

Bolsonaro ainda disse que a esquerda tem culpa no desemprego, por causa da “política do fica em casa”. “Prezado Boulos, o que a esquerda fez para que pessoas não perdessem a renda em 2020? Tudo ao contrário, quando apoiaram a política do fica em casa”.

O presidente ainda afirmou que nunca viu o psolista “ao lado da lei”. “Querer me culpar da fome do Brasil e desemprego? Tá de sacanagem, né? É um paspalhão, realmente. Nunca vi esse cara ao lado da lei, respeitando emprego”.

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