Barros fala sobre trio emprestado e avalia Copa América: Palmeiras não pode ser prejudicado

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Por conta da Copa América, alguns clubes brasileiros terão desfalques durante o meio da temporada. Entre eles está o Palmeiras, que perdeu quatro jogadores para seleções na última convocação.

Diante desse cenário, o diretor de futebol do Palmeiras, Anderson Barros, comentou sobre uma possível paralisação do Campeonato Brasileiro durante a disputa da competição continental. O dirigente destacou que os times não podem ser penalizados por apresentarem trabalhos competentes e reforçou que o Verdão “não pode ser prejudicado”.

“Um clube nunca pode ser penalizado pela competência do seu trabalho. O Palmeiras quando se posiciona em relação à questão da ausência dos seus atletas, é porque ele entende. É uma discussão que temos debatido há muitos anos”, afirmou em entrevista ao SporTV nesta terça.

“O calendário e os jogos da Seleção não podem prejudicar uma equipe que faça um trabalho, que se organize, e que tenha atletas que possam servi-la. Então a posição do Palmeiras é muito clara em relação a essa isonomia. A gente entende que, apesar de ser uma grande discussão em que todos nós somos culpados, o Palmeiras não pode ser prejudicado”, acrescentou.

Barros também explicou a situação dos três atacantes emprestados pelo Palestra e qual atitude a diretoria deve tomar com a chegada de mais jogadores ofensivos ainda neste ano. O diretor disse que a questão será discutida internamente após a confirmação do destino de Miguel Borja, que está no Junior Barranquilla, da Colômbia.

“Cada um tem uma particularidade. O Dudu ainda tem um vínculo até 30 de junho e só vamos poder contar com ele a partir do dia 1º de julho, diferentemente do que aconteceu com o Deyverson. Com o término do Campeonato Espanhol, conseguimos antecipar seu retorno, o que aconteceu antes do fechamento da janela. Ele então a partir desta semana já vai ter condições de jogar e será reintegrado com a autorização do Abel”, declarou.

“No caso do Borja, ele também tem um vínculo com o Junior até o dia 30 (de junho) e a autonomia da decisão é maior hoje do próprio clube colombiano. Nós vamos ter que aguardar essa posição dele. Teremos uma sobreposição de três atletas e vamos discutir muito isso internamente, mas antes a gente precisa ter certeza da possibilidade de retorno ou não do Borja”, concluiu.

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