Ao lado de Bolsonaro, Lira defende voto impresso e nega orçamento paralelo

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O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), acompanhou o presidente Jair Bolsonaro na entrega de obras em Maceió/AL, nesta quinta-feira (13).

Durante seu discurso, o parlamentar defendeu que a Casa Legislativa analise a Proposta de Emenda à Constituição 135/2019, chamada de PEC do voto impresso.

De acordo com ele, é imperioso que “não paire dúvida na cabeça de nenhum brasileiro” quanto à segurança das eleições no país.

“É importante para que não paire dúvida na cabeça de nenhum brasileiro. Temos que respeitar o sistema eleitoral, mas ele também tem que ser possível de auditagem. Ontem, nós, ao final da sessão, assinamos um ato criando a comissão especial que vai analisar o texto do voto auditável no Brasil”, declarou.

Lira ainda direcionou críticas indiretas aos integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 no Senado Federal.

“Por mais que sejam ouvidos e aplaudidos em seus 15 minutos efêmeros de fama, os que fazem, esses deixam marcas. Marcas que falam para sempre”, afirmou.

O congressista ainda criticou, sem citá-la diretamente, a matéria publicada pelo ‘Estadão’ que acusa o governo federal de montar um “orçamento paralelo” para distribuir emendas e aumentar a base de apoio no Congresso.

“Se tiver algum desvio, pague quem tiver responsabilidade. Mas a Câmara dos Deputados não se curvará a essa chantagem barata de dizer que o presidente Bolsonaro troca voto por emendas parlamentares”, disparou.

Estão em Maceió, na comitiva de Bolsonaro, além de Lira, o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), o ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), o ministro João Roma (Cidadania), o ministro Gilson Machado (Turismo), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o senador Fernando Collor (PROS-AL)

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