Absorventes gratuitos: Poucas horas após imprensa espalhar, a nova narrativa já foi destruída

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Hoje um dos assuntos mais explorados pela imprensa foi a distribuição de absorventes gratuitos pelo Governo federal. Contudo, o que se viu na mídia foi: “o presidente Bolsonaro veta distribuição gratuita de absorvente feminino”. Essa foi a manchete em diversos jornais e sites com viés esquerdistas como Folha, Estadão e G1, entre tantos outros.

Mas a realidade dos fatos é bem diferente disso, pois a mídia não explica por qual motivo o presidente vetou o projeto de Marília Arraes do PT, em que seria distribuídos absorventes gratuitos para mulheres de baixa renda. Em vez disso, exploraram bastante as manchetes distorcidas para tentar criar mais uma narrativa e desgastar o governo.

Até Luciano Huck apareceu para falar dos absorventes gratuitos

Sumido há algum tempo dos debates sobre o governo, Luciano Huck resolveu aparecer para falar do assunto. Em seu Twitter escreveu: “Pobreza menstrual é um daqueles assuntos que merecia mais destaque, mas que pouca gente tenta entender. Não é só sobre saúde e higiene (o que já seria muito) mas é também sobre acesso a educação, dignidade e oportunidades iguais para pessoas que menstruam.” escreveu Huck.

Contudo o presidente Jair Bolsonaro sancionou o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. O artigo que previa a distribuição gratuita de absorventes teve que ser vetado por não conter no projeto de Marília Arraes (PT) a origem do recurso, uma violação à Lei de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, a deputada quer aprovação do projeto sem mostrar de onde viriam os recursos e caso Bolsonaro sanciona seria um prato cheio para oposição explorar uma “violação da lei de responsabilidade.”

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