Em 2015, quando tive minha primeira dificuldade de renovação, que foi arrastada. Até agradecer ao presidente na época, o Paulo Nobre, que bateu o pé. Devo agradecer a ele por essa avaliação. Em 2017, teve uma novela na renovação.
O presidente (Galiotte) não está mais aqui, mas pode confirmar. Me chamou para conversar e disse para ficar tranquilo que meu contrato estaria renovado. No ano passado, agradecer ao Felipão, que pediu minha renovação. Ninguém fica no clube por gratidão. Neste ano, essa instabilidade grande, não deu para dar continuidade, mas saio sem mágoa”, disse Fernando Prass.
Depois de mais de meia década no clube, o jogador valorizou a intensidade da torcida e comemorou ter vivido uma fase ruim no começo e ter saído com o time forte. “Aqui não tem meio termo. Tem as oscilações dentro do período, de vitórias, derrotas, comemoração, cobrança. E posso dizer que vivi o 8 e o 80 de reestruturação do clube. Peguei o momento ruim e saio agora num momento muito bom. Quando se mexe com paixão, e o Palmeiras é um clube de italianos, um sangue bem quente, a gente vive muito disso aqui. Mas te falar que prefiro viver intensamente assim do que numa situação de calmaria, de tranquilidade”, disse Fernando Prass.
“Santo de casa não faz milagre, o gramado do vizinho é sempre mais verde. Para trazer alguém, tem que fazer esforço maior para manter aqui. Quem estava aqui não queria sair do Palmeiras, até em relação à base. Em certo momento, claro que o Palmeiras passou por reestruturação na base, hoje tem a base mais vitoriosa do Palmeiras, e os meninos vão ser mais aproveitados. Acho importantíssimo, porque eles têm uma coisa que é a identificação com o clube. Eles têm um olhar diferente. De repente, tu pega um jogador consagrado, sem identificação, e pega um menino, eles acabam se ajudando. Assim se faz um grupo”, completou o agora ex-goleiro do Palmeiras.