FOX SportsNesta terça-feira (10 de dezembro) o goleiro Fernando Prass se despediu oficialmente do Palmeiras e recebeu homenagem do clube, entregue pelo presidente Maurício Galiotte, em coletiva de imprensa na Academia de Futebol. Questionado sobre o momento mais difícil que viveu no Alviverde, o arqueiro de 41 anos lembrou da séria lesão que sofreu no cotovelo, em 2014.
Naquela temporada, apenas a sua segunda no Palestra Itália, Prass lesionou o seu cotovelo ainda no início do Brasileirão e, apesar de todo o empenho do Departamento Médico do Palmeiras em recuperá-lo, o processo não foi fácil, com o goleiro sentindo muita dor. Além disso, em campo, o clube por pouco não foi rebaixado, assim como em 2012.
“O momento mais difícil foi em 2014, quebrei o cotovelo contra o Flamengo, se não me engano na quarta rodada, tive dificuldades para voltar porque foi uma lesão complicada. Estava com muita dor para treinar, os médicos resolveram tirar o fio e o pino que estavam no meu cotovelo para ver se melhorava, não melhorou. Aí continuei com muita dor, tomava uma quantidade de remédios absurda e praticamente não adiantava. Fiz um outro tratamento, com onda de choque, e me aliviou bastante. Aquele momento foi o mais difícil, tanto para o clube, quanto para mim”, lembrou Prass, que também citou o seu momento mais feliz no clube: a conquista da Copa do Brasil em 2015, sobre o rival Santos.
“Acho que o momento mais marcante, sem dúvida nenhuma, não foi só o pênalti, mas aquela final contra o Santos. De repente, para quem viu só o jogo não entende o contexto. Vem desde 2014, um ano que a gente teve muita dificuldade e aí a rivalidade que se criou com o Santos, o mosaico que foi feito, e a história do jogo: pênalti defendido, pênalti feito, foi o momento mais marcante da minha passagem aqui”, completou.