O atacante Miguel Borja, do Palmeiras, está em sua cidade natal desde sábado. Fora da relação de jogadores que enfrentariam o Cruzeiro no dia seguinte, em Belo Horizonte, ele teve as férias antecipadas e viajou a Tierralta, na Colômbia.
Nas redes sociais, vazou uma fotografia em que ele aparece à frente de um guichê de check-in no aeroporto, com um grande volume de bagagem e um quadro da camisa do centésimo jogo.
É lá na Colômbia, ao lado da família, que ele aguardará os próximos passos do Palmeiras para definir seu próprio futuro. Com pouco espaço sob o comando dos últimos treinadores que passaram pelo clube, a tendência é que ele não continue.
Segundo seu estafe, apenas o que pode mudar sua decisão de não continuar no elenco para 2020 é o próximo treinador. O Palmeiras não tem um treinador definido desde a demissão de Mano Menezes, há pouco mais de uma semana.
O alvo da diretoria é Jorge Sampaoli, argentino que treina o Santos e terá nesta segunda-feira uma reunião definitiva na Vila Belmiro.
Nesta temporada, Borja chegou a ser citado pelo presidente do Santos, José Carlos Peres, como um nome que interessava a Sampaoli. Quem cuida da carreira do colombiano, porém, entende que isso não passou de especulação.
Além disso, apesar do contrato válido até o final de 2021, é praticamente ponto comum dos dois lados que não há mais clima para sua continuidade. É possível, inclusive, que ele seja emprestado se não chegar uma proposta vantajosa para venda.