Deputados do PSL vão entrar com ação nesta semana para sair do partido
Pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) irá alegar que parlamentares foram perseguidos
Os advogados do Aliança pelo Brasil , partido que o presidente Jair Bolsonaro quer criar, estão finalizando um pedido para o Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) de desfiliação por “justa causa” dos 18 deputados punidos pelo PSL .
A defesa irá alegar que os deputados foram perseguidos pelo partido, citando o fato de a sigla ter entrado no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados contra alguns deles:  Eduardo Bolsonaro (SP), Alê Silva (MG), Carla Zambelli (SP), Carlos Jordy (RJ), Daniel Silveira (RJ), Bibo Nunes (RS) e Filipe Barros (PR).
A expectativa é entrar com a ação nos próximos dias. Pela lei brasileira, os deputados precisam comprovar que houve “grave discriminação política pessoal” ou “mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário” para que a desfiliação não seja considerada infidelidade partidária, cuja pena pode ser perda de mandato.
Os deputados foram punidos por infringir as regras de disciplina e fidelidade partidária previstas no estatuto e no Código de Ética da sigla. Cada parlamentar sofreu a punição por um motivo específico, segundo a assessoria do partido.