“Você ter um elenco qualificado de 20, 25 jogadores, é uma coisa. O Palmeiras chegou a ter mais de 30 jogadores, três times titulares. Então, eu acho que um clube não pode se dar ao luxo de ter um goleiro da seleção (Weverton) e o Fernando Prass e o Jailson na reserva. Acho que é muito jogador qualificado para uma equipe só”, destacou Alecsandro.
“O Palmeiras contratou demais, inchou seu elenco com muitos jogadores de qualidade, e isso, querendo ou não, para nós, jogadores, cria uma briga pela posição. E o jogador, como todo ser humano, é vaidoso”, completou.
Na sequência, o atacante falou sobre o rodízio de jogadores, muito utilizado por Luiz Felipe Scolari em sua última passagem pelo Verdão. Defendendo que a prática não tem sucesso no Brasil, Alecsandro voltou a criticar o excesso de atletas no Palmeiras, que encara o Goiás nesta quinta-feira, às 19h15, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro.
“Esse rodízio, no Brasil, não funciona. O jogador sabe quem é titular e quem é reserva. Então, esse negócio de mesclar, jogar A ou jogar B, para nós, jogadores, não funciona, e aconteceu muito no Palmeiras esse ano, por ter um elenco muito cheio. Acho que Palmeiras é um time que vai brigar ainda para estar nas cabeças, é um time que pode brigar com o Flamengo. (…) Ter contratado muitos jogadores, eu acho que esse foi o maior erro do Palmeiras”, disse.