📌ATENÇÃO: BOLSONARO DEVE PRORROGAR AUXÍLIO EMERGENCIAL AINDA EM JANEIRO DE 2021

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Sem saída:  Por que Bolsonaro deve prorrogar o auxílio emergencial em janeiroO assunto mais comentado no momento é a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial em 2021. O benefício que foi criado para combater os efeitos da pandemia na economia brasileira, elogiado inclusive pelo FMI, cumpriu seu objetivo com louvor enquanto durou. Contudo,  encerrou-se em 31/12/2020, data em que coincidentemente teve início o pico de uma avassaladora segunda onda de Covid no Brasil. Tanto o Poder Legislativo, através do Congresso Nacional, quanto o Poder Executivo, na pessoa do Presidente Jair Bolsonaro têm o poder de prorrogar o auxílio emergencial.Ocorre que a prorrogação pelo Congresso é mais demorada e burocrática: depende de votação e aprovação na Câmara e no Senado e, por fim, sanção do Presidente da República. Como a situação requer urgência e o Parlamento está em recesso até fevereiro, dificilmente teremos uma prorrogação via Congresso Nacional ainda em janeiro.Por outro lado, ao Presidente da República basta apenas uma “canetada” para prorrogar o tão esperado auxílio. Isso porque este possui a prerrogativa de editar Medida Provisória, instrumento que tem efeito imediato e validade de até 120 dias, independentemente de votação do Congresso. Seria a “vacina” perfeita e no tempo exato para resolver a questão da prorrogação do auxílio emergencial.Apesar da clara necessidade de prorrogação, Bolsonaro tem dado ouvidos a Paulo Guedes e vem postergando essa medida, que, dada a situação do país, é inevitável!Prorrogar o auxílio emergencial, inegavelmente trará um ônus fiscal ao Brasil que já se encontra em situação difícil, mas se a medida é inevitável, por que não fazer logo?Partindo da premissa de que todo ônus tem seu bônus, no caso do auxílio emergencial o bônus é gigantesco e imensuravelmente positivo no cenário político. Ninguém quer prorrogar o benefício. Contudo, quem o fizer, ganhará popularidade a qual resulta em voto que resulta em (re)eleição.Resumindo: se Bolsonaro não  tiver coragem e iniciativa de assumir o ônus de prorrogar o auxílio emergencial ainda em janeiro, automaticamente perderá sua única chance de reeleição em 2022, afinal, prorrogando através de Medida Provisória, o bônus da popularidade será todo dele, assim como o ônus fiscal.Se não o fizer em janeiro, corre um sério risco de ver o benefício ser prorrogado pelo Congresso já em fevereiro, no retorno do recesso da Câmara, que vem com novo o presidente Baleia Rossi, ávido por popularidade e já sinalizando a pauta do auxílio emergencial. Se essa situação se concretizar, Bolsonaro terá castigo duplo: perderá o bônus da popularidade e terá que arcar apenas com o ônus. Afinal, o auxílio, ainda que aprovado pelo parlamento, sairá dos cofres do governo federal.Diante do crescimento da pandemia, da necessidade gritante do população, do desemprego e, principalmente, da oportunidade ímpar que um Presidente que bate tanto no peito para ressaltar seu patriotismo está tendo de socorrer seu povo em um período que vai ficar marcado pra sempre na história pela pandemia, e de quebra sair com a popularidade em alta, aumentando consideravelmente sua chance de reeleição em 2022, essa prorrogação só não sairá em janeiro se Jair Messias Bolsonaro for completamente louco. Será?

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